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Viña del Mar em 1 dia

julho 25, 2013

A viagem de carro/ônibus de Santiago para Viña del Mar é tranquila, rápida e super agradável, pois você passa a maior parte da 1 hora e 15 minutos observando os Andes na estrada.

A cidade de Viña del Mar é uma cidade de praia como qualquer outra que já estamos acostumados do litoral de São Paulo, ou seja, é bem bonita, mas não tem nada que chame tanto assim a atenção em suas praias. O diferencial da cidade são os cassinos, especialmente para quem curte jogar é claro.

Preste atenção nas variações de tempetura. Eu fui em Novembro, o que significa quase verão e durante o dia chegava nos 30 graus, porém durante a noite caia para 10 graus tranquilamente!

 

Hostel: ficamos novamente no Che Lagarto, pois já que não tínhamos indicações e tínhamos achado o hostel de Santiago super ok, achamos que valia a pena. Chegando lá, nos deparamos com um casarão gigante e com cara de abandonado. O hostel era enorme e tinha bastante área externa e verde, o que era bem agradável para relaxar.

 

Passeios

 

Praia: as praias eram todas bem parecidas e sem grande infraestrutura, então o melhor que você pode fazer é se jogar na areia, curtir um sol, ler um livro e ser feliz.

 

A cidade: apesar das regiões montanhosas próximas, a cidade é bem plana e gostosa para caminhar. Não existe um centrinho, no qual tem partes históricas, ou seja, caminhe pela orla que você ganha mais.

 

Farol sem nome: entre duas praias da orla existia um farol bem bonito, o qual não conseguimos entrar por conta de ter terminado o horário de visitação. Infelizmente, não existe forma alguma de fazer com que eu lembre o nome do raio do farol, mas não deve ser difícil achar no amigo Google.

 

Restaurantes

 

Delícias del Mar: restaurante na beira da praia com um visual espetacular. Comida de primeira linha e destaque para as excelentes opções de bons drinks do local.

 

Baladinhas

 

Café Journal: quase ao lado do nosso hostel encontramos essa baladinha. Ela tinha um ar meio alternativa com uma música bacana e várias mesas pra sentar, mas também com uma pista de dança para quem estivesse mais animado.

 

Infelizmente, eu não tinha tantas dicas assim como em outros posts, mas espero que possa ao menos dar uma luz de como é a cidade e algumas opções bacanas de lugares para passar por lá.

Espero que tenham curtido.

Bjs e abs,

P.

Santiago em 3 dias

julho 15, 2013

A cidade de Santiago não é uma cidade turística e pode frustrar um pouco aqueles que vão até lá procurando um turismo tradicional. Em contrapartida, a cidade tem sim coisas bacanas para se fazer e tudo depende de ir aos lugares certo.

A idéia aqui é apontar esses lugares, junto aos poucos pontos turísticos bacanas da cidade.

 

Hostel: como não conhecia nenhum hostel de Santiago, optei por ficar no Che Lagarto, o qual além de famoso fica no Centro da cidade e bem localizado. O hostel fica em um prédio antigão e com cara de abandonado, mas até que era bacana e OK pra passar uns dias. Ele só não era a pedida ideal para quem busca festas, pois o staff não organiza nada nesse aspecto.

 

Passeios

 

Centro: uma boa caminhada pelo centro é válida, pois ali estão alguns prédios históricos e bonitos de se ver e tirar fotos, como por exemplo, o Palácio da Moneda. Além disso, você também vai passar por algumas praças legais na região;

Mercado Central: em teoria, seria como o nosso Mercadão aqui em SP, mas a verdade é que o nosso dá um pau! Ainda sim, vale fazer uma visitinha para comer uma bela empanada ou para almoçar, já que tem uma série de restaurantes lá dentro;

Cerro de San Cristobal: um dos lugares mais divertidos e interessantes de se visitar em Santiago. O lugar é gigantesco e você pode passar até um dia inteiro lá dentro se quiser. Como tínhamos pouco tempo, optamos por pegar um teleférico e ir até o topo do Cerro para apreciar a vista da cidade e dos Andes na distância;

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La Chascona (Casa de Pablo Neruda): essa é uma das várias casas que Neruda tinha no Chile e a qual ele viveu por um bom tempo. Chegando lá, você não pode ver muita coisa, a não ser que compre a visita guiada, a qual vale bastante a pena, pois além de ver tudo dentro da casa, você aprende bastante sobre a história e importância dele como personagem chileno. A visita dura uns 20 minutinhos e não é nada cansativa;

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Museo de Bellas Artes: acabei não conseguindo entrar no museu, pois tentei ir em uma 2a feira e ele não abri, logo, tome cuidado com isso. Pelo o que me disseram, a visita vale a pena, se você estiver nesse pegada cultural;

 

Museo de La Memoria y Derechos Humanos: esse sim é um museu com parada obrigatória. Aqui no Brasil, a gente não aprende muito sobre o período da ditadura chilena, logo esse museu acaba sendo uma grande e excelente aula sobre esse período turbulento da história chilena.

 

Restaurantes, Bares e Baladinhas

 

Bar Constitución: baladinha legal e que toca bastante música pop. O espaço é grande e costuma ficar cheio de gente bonita nas pistas. De brinde, o Constitución fica bem no meio de Bellavista.

Epicureo: a melhor opção de restaurante por lá na minha opinião, sendo uma pedida perfeita para um dia de sol, já que tem umas mesinhas na calçada. Se possível peça qualquer prato que envolva carne de Wagyu, que é uma carne bovina de uma raça diferente de boi, a qual é simplesmente espetacular. Ah, o Epicureo também fica em Bellavista.

La Piojera: esse é um bar bem tradicional de estudantes e fica nas imediações do Mercado Central (se não me engano). Ele é todo pichado nas paredes e os drinks são todos entregues em copos de plástico. Acaba sendo uma boa pedida, se quiser relaxar no melhor estilo boteco. Se passar por lá, experimente o drink Terremoto, que é originário do próprio bar.

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Mr. Jack Burger: é uma ótima opção para um Burger pelo simples fato de que tem hambúrguer feito de carne de Waygu! O único ponto ruim é que esse local fica em um bairro mais empresarial (não lembro o nome), ou seja, só vale a pena se estiver na região.

É isso galera, espero que tenham curtido as dicas e que as mesmas sejam úteis. Para finalizar essa sequência de post teremos Viña del Mar em breve.

Bjs e abs,

P.

Mendoza em 3 dias

julho 12, 2013

Lembram quando eu escrevi sobre o Peru?

Então, acho que não cheguei a comentar aqui, mas quando fiz essa viagem, depois de passar por lá, fiquei mais 10 dias viajando entre Mendoza, Santiago e Viña del Mar e como uma amiga recentemente veio pedir dicas dessa viagem, resolvi aproveitar e relembrar todas as dicas desses locais que eu tinha para compartilhar.

Os posts serão na seguinte ordem: Mendoza, Santiago e Viña del Mar. Espero que vocês curtam e achem o mesmo útil!

Agora vamos ao que interessa…

Mendoza

 

A cidade de Mendoza chama a atenção por ser à primeira vista bem calminha, tranquila e muito plana também (não sei porque acabei notando isso). Você vai notar rapidamente, que a cidade em si não tem muito o que fazer, porém são váriaaaaas as opções de passeios, os quais você pode fazer passando alguns dias por lá.

Eu recomendo ficar uns 3 dias e 3 noites, assim dá pra fazer bastante coisa e relaxar, o que é o principal dessa cidade.

Chegando lá…

 

Basicamente, você tem duas opções para ir a Mendoza e tudo vai depender de quanto tempo você tem em sua viagem. A primeira opção (e mais cara) é comprar um vôo ida e volta de Santiago. O vôo dura 50 minutos e é primordial sentar na janelinha, afinal você sobrevoa os Andes, o que é simplesmente maravilhoso e de tirar o fôlego.

A outra opção é alugar um carro em Santiago e encarar 400km de estrada, viagem que normalmente dura de 6 a 7 horas, pois a estrada fica em uma região montanhosa e é cheia de curvas bem fechadas e que você tem que ir mais numa boa. Porém, a grande vantagem de ir de carro é que você vai simplesmente CRUZAR os Andes de carro, o que é de tirar ainda mais o fôlego!

Eu optei pela 1a opção e achei que valeu a pena, pois eu tinha poucos dias, porém com mais tempo, eu acho que vale a pena ir de carro.

Vista dos Andes

Hostel: essa viagem, eu fiz na pegada de mochilão, então não tenho dicas de hotel, porém posso dizer de boca cheia que o Mendoza Inn foi um dos hostels mais legais que já fiquei na vida. O staff era absurdamente simpático e amigo, o pessoal fazia festa umas 2x na semana e a rua onde estavam os bares/baladas ficavam bem em frente ao hostel. Moral da história: preço bom, localização excelente e atendimento nota 10.

Hostel Mendoza Inn

Passeios

 

5 praças: a cidade possui 5 pracinhas simpáticas que não chegam a ser iguais as do interior de São Paulo, mas também não lembram as de cidade grande, acabam ficando no meio do caminho. A que eu mais curti foi a Plaza Independia, que é uma boa pedida em um dia bonito, pois possui vários restaurantes com mesa na calçada, nos quais você pode tanto comer quanto tomar um vinho, cerveja e relaxar.

Vinícolas e afins: essa é a verdadeira razão pela qual você vai para Mendoza e não tem porque se arrepender. Você normalmente, tem três opções de passeio, os quais pode fazer:

–       Alugar uma bike: você pega a bike no centro da cidade e vai indo de vinícola em vinícola fazendo degustação e ficando bêbado ando de bike. Obviamente, que a ideia é fantástica só depende de você estar na pegada de pedalar;

–       Tour:  eu acabei optando por essa opção e visitei duas vinícolas e uma fábrica de azeite:

A 1a vinícola foi a Don Arturo, a qual era bem artesanal e foi legal ver o processo de produção e tal, mas sinceramente não curti muito o vinho;

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A 2a foi a Vistande, uma vinícola maior, mais profissional e que tinha um vinho bacana;

Não consigo lembrar o nome da fábrica de azeite, mas sinceramente foi disparado a coisa mais legal da visita e valeu muito a pena, tanto para conhecer como para levar uns azeites muito bons de volta pra casa.

–       Degustação + Almoço: essa é a melhor opção pra quem está 100% na pegada de relaxar, pois você escolhe uma vinícola, agenda o almoço e aproveita pra fazer a degustação. As melhores vinícolas trabalham nesse esquema.

Rafting: pois é, você acha que viajou pra relaxar e vai mesmo fazer rafting? Bom, o que eu posso dizer é que descer as corredeiras do Rio Mendoza no meio da Cordilheira dos Andes é absurdamente incrível! No meu ver, vale muitooooo a pena, mas se prepare pra passar frio, pois a água é MUITO gelada, afinal é água de degelo que vem do topo das montanhas, mas o lado bom é que eles fornecem roupa térmica (incluindo sapatilhas), então não precisa se preocupar com isso.

Restaurantes + Baladinhas

 

Claroscuro: restaurante agradável com bom custo benefício e que fica na região do hostel. Vale a visita se estiver na área, mas também não precisa se matar pra conhecer.

El Pátio Jesus Maria: esse restaurante é puro sucesso! Ele trabalha com um menu degustação de diversos cortes de carnes, os quais são todos espetaculares. O restaurante é um pouquinho mais caro, porém nada absurdo. Também é possível ir andando do hostel, apesar de ser um pouco mais distante e uma bela caminhada.

Por Acá: esse é um bar/baladinha em frente ao hostel, o qual é bom para tomar uns bons drinks e dar uma saidinha. Porém, não vá esperando uma super balada, rs.

Por hoje é só galera. Em breve solto o post de Santiago por aqui.

Bjs e abs,

P.

Milano em 2 dias

julho 8, 2013

Milão

 

A cidade de Milão é uma das maiores capitais da Europa e conhecida por ser uma das capitais da moda no mundo. Apesar disso, Milão não é considerada uma cidade muito turística e sim uma cidade mais comercial e interessante para estudar.

De qualquer maneira, acabamos passando pela cidade por 2 dias, o que demonstrou-se suficiente para ver os principais pontos turísticos da cidade.

Hotel: ficamos no Hotel Rafaello, o qual tinha um bom custo e não era muito longe da estação de trem, porém o mesmo era bemmmmmm afastado do centro da cidade e dos principais pontos turísticos, além de não ter nada ao redor, fosse para passear ou comer. Ao menos tinha um ponto de ônibus logo em frente, o que facilitou a locomoção.

Passeios

 

Duomo di Milano: a catedral de Milão é simplesmente a mais linda de todas as igrejas/catedrais que vi na Europa em toda minha viagem. Construída com base em uma arquitetura de estilo gótico, a Duomo di Milano fica localizada bem no centro da cidade, o que faz dela um bom ponto de partida ou chegada de passeios de um dia. A visita interna vale a pena também, apesar do preço salgado, portanto atente-se aos horários de visitação quando estiver por lá.

Vale ressaltar a catedral também fica maravilhosa à noite e belas fotos podem ser tiradas.

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Via Torino: parte de um bairro transado e moderno, a Via Torino abriga várias lojas, as quais você não encontra no centro, como a Vans, entre outras menores. Chama a atenção, o fato de que existe um cenário punk nessa região com muita gente usando coturno, moicanos e afins.

Bra: é uma região simpática próximo ao centro de Milano e bem agradável para caminhar, especialmente pela noite, uma vez que abriga vários bares e pequenos restaurantes. Ponto de encontro de jovens antes da balada.

Castello Sforzesco: uma linda construção do século XV, a qual possui uma série de galerias e um museu dentro para visitação. Mesmo que você não queira ver o museu, a visita já é válida para ver a linda arquitetura e tirar fotos.

A última ceia: um dos mais famosos quadros de Leonardo da Vinci, a última ceia é, assim como Davi em Firenze, super concorrido para conseguir ver. Portanto, se você tiver essa vontade, programe com antecedência, pois os ingressos não podem ser comprados na hora.

Restaurantes, Drinks e Comidinhas

 

(Panzerotti): o Panzerotti na realidade não é um local, mas sim uma das comidinhas mais saborosas, a qual você encontra nas ruas de Milano. O salgado lembra uma fogazza recheada com queijo e tomate, a qual é feita com uma massa deliciosa. Infelizmente, não tenho o endereço do local onde comi, mas existem vários nas ruas e você pode escolher aquele que estiver no seu caminho.

Gelateria Le Colonne: localizado nas cercanias da Via Torino, é o lugar ideal para tomar um sorvete ou comer uma sobremesa no meio da tarde.  A dica aqui é optar pelos absurdamente saborosos crepes de Nutella. Não deixem de provar!

Trattoria Il Verdi: liderada pelo chef Andrea Locatelli, o que impressiona é que tudo no cardápio é extremamente saboroso. A minha dica fica por conta do Risoto Milanese com Ossobuco de Vitela, o qual não decepcionou em nada.

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Terraza Aperol: o lugar é ideal para tomar bons drinks. Localizado literalmente ao lado da Duomo di Milano, o local é animado, sempre com gente bonita e um grande movimento. Uma excelente pedida para beliscar entradinhas e tomar um ótimo Aperol antes de rumar para uma balada ou restaurante.

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Como vocês podem notar, Milano não é uma cidade turística e não tem muito o que fazer, porém o que não faltam são lojas para comprar, portanto 2 dias acaba sendo a pedida certa para a cidade.

Espero que tenham curtido essa série sobre a Itália. O que vem por aí agora é Mendoza + Santiago. Aguardem!

Bjs e abs,

P.

Verona em 1 dia

junho 28, 2013

            Cidade de tamanho médio, muito simpática e extremamente jovem. Me chamou bastante a atenção, a quantidade de estudantes de colégio que eu via andando pela rua.

            Outro fator importante e positivo da cidade é que os pontos turísticos ficam todos próximos uns dos outros e você pode fazer tudo caminhando. Um dia na cidade também é suficiente pra conhecer tudo.

 

Hotel: ficamos em um hotel que não era lá essas coisas chamado Hotel Mastino, mas era muito bem localizado e tinha um McDonalds literalmente ao lado, o que provou-se ser bem útil uma vez que depois de 10 dias comendo massa na Itália, um Quarteirão caiu extremamente bem.

 

Passeios

 

Praças: existem três praças legais de visitar por lá e é tudo jogo rápido: Piazza Bra, Piazza dell Erbe e Piazza dei Signori. Não consigo lembrar bem, mas uma delas já a praça principal da cidade, na qual fica a Arena.

 

Arena: é uma espécie de min Coliseu, o que significa que se você já foi para Roma não vai achar grande coisa, porém pra mim que não fui, achei fantástico, especialmente pelo lado de fora. A entrada era um pouco salgada e não tem muito o que ver, então recomendo só as fotos externas mesmo.

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Museu Arqueológico/Teatro Romano: pouquíssima explicação sobre a história do local e muitas ruinas. Sinceramente, achei o preço salgado e não recomendo mesmo. De brinde, o local é afastado do centro.

 

Castel San Pietro: fica próximo ao Teatro Romano e essa sim é uma parada obrigatória. Você fará uma bela caminhada para chegar ao topo do morro, no qual fica o Castelo, mas não vai se arrepender, até porque essa é a melhor vista da cidade! Quando fui o castelo estava fechado, pois estava em reforma, então não sei se vale a pena entrar.

 

Casa de Giulietta: esse é o principal ponto turístico da cidade e por consequência o mais cheio de todos e com uma fila para tirar uma foto com a estátua de Giulietta, porém tem que encarar, até porque é simpático e vale a pena. Trata-se de uma casinha micro, a qual possui a famosa varanda na qual ela conversava com Romeu e que nas portas com grades possui centenas e centenas de “love lockers”, o que há de admitir é bem brega e bonitinho ao mesmo tempo. Não deixe de passar na lojinha para buscar souvenirs legais, porém não recomendo entrar no museu, pois não vi nada demais e são alguns bons euros que você pode economizar.

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Ponte Scaligiere: uma ponte linda e do século bolinhas (um século bem velho mesmo). Além de ser bacana de tirar umas fotos na própria ponte, ela também tem uma vista pra lá de bonita da cidade, a qual vale a pena aproveitar.

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Castel Vecchio: um castelo bem bonito, especialmente pela arquitetura. Por conta do cansaço + preguiça desencanamos de entrar, então não sei dizer se vale a pena entrar.

 

Restaurantes

 

Antica Botega del Vino: para mim essa foi a melhor refeição de todo minha estadia na Itália. Não é um restaurante baratinho, mas também não é um absurdo de caro e o que é bem legal é que não é muito turístico, tanto é que só descobrimos ele por conta de um amigo que morou na Itália.

Sinceramente, todas as opções de comida estavam excepcionais, mas os destaques ficaram para o Risoto com Molho de Vinho de Tinto ou um Pichi com Ragu de Coelho. Sérião, to com água na boca de lembrar. Esse restaurante era animal!

Veneza em 2 dias (mas deveriam ter sido 3!)

junho 24, 2013

Venezia

 

De todo a viagem que fiz pela Itália, sou obrigado a admitir, que a mais grata surpresa que tive foi Venezia. Logo de cara, ao chegar na estação de trem, a primeira imagem da cidade que você tem ao sair da estação de Santa Luccia é de tirar o folêgo!

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Logo que você chegar, já vai notar que apesar de uma pequena parte da cidade ficar no continente, tudo aquilo de mais interessante fica na parte das ilhas e canais, o que faz com que os meios de transportes limitem-se às gôndolas, lanchas e aos famosos vaporettos, uma espécie de ferry que custa em torno de 7 Euros por viagem.

A cidade tem uma história riquíssima e muito interessante, não somente de se ler, mais de visitar cada um dos lugares incríveis que a cidade abriga.

Hotel: uma vez que 90% dos passeios da cidade você faz a pé, localização acaba sendo algo bem importante na cidade, então, quanto mais próximo você ficar da Piazza San Marco, melhor. Nós ficamos no Hotel Montecarlo (rede Best Western), o qual possuía ótima localização, um excelente café da manhã e quartos pequenos, porém charmosos. Vale registrar que por lá, todos os hotéis costumam ser caros, então prepare uma parcela razoável do seu budget pra isso.

Passeios

Piazza San Marco: palco de incontáveis filmes, a praça realmente é lindíssima e um grande marco da cidade. Vale a pena passar uma horinha tirando fotos e passeando ao redor da praça vendo as lojinhas de souvenirs que tem por ali. Se estiverem com tempo, aproveitem e escolham algum café agradável para passar um tempinho (ali está localizado o café Florian, famoso (e bem chich!) por ser frequentado pelo Conde Terranova, o famoso pegador de menininhas).

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Palazzo Ducale: trata-se do imenso palácio, o qual fica bem no coração da Piazza San Marco e o qual, representou durante muito tempo uma espécie de parlamento local, no qual eram realizados julgamentos e tomadas uma série de decisões importantes com relação ao rumo político e econômico da cidade. Possui uma mostra incrível de arte veneziana, isso sem falar da própria arquitetura em si, a qual é maravilhosa. Para mim, o melhor passeio da cidade! Não deixe de ir mesmo.

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Rialto: ponto turístico na beira de um dos canais, o qual possui uma bela vista da cidade. Vale bastante a pena almoçar em um dos vários restaurantes que ficam ali na margem.

Murano e afins: um dos fatores que faz de Venezia super famosa são as lindas obras de vidro feitas em Murano, um pequeno arquipélago de ilhas ao lado de Venezia. As peças são muito caras, mas independente de querer compra-las ou não, é bem interessante ver o processo de produção. Neste caso, o que vários hotéis oferecem é uma lanche ou gôndola que leva os hóspedes até alguma das fábricas de Murano, sem compromisso de compra. Se tiver um tempinho, aproveite isso, mas se estiver com o tempo apertado não é prioridade.

Guggenhein: em um lado mais afastado da ilha, você encontra uma das sedes do famoso museu. Infelizmente, não deu tempo de ir, mas dei uma lida depois e pareceu bem interessante, então fica a dica aqui também.

Restaurantes

 

Trattoria da Remiggio: é um lugar que na aparência é simples, mas tem uma gastronomia de primeira. Além das massas, eles também possuem como especialidades, os frutos do mar, logo vale a pena tentar mesclar os dois se você curtir. Vale a pena fazer reserva para não passar perrengue.

Trattoria alla Rivetta: um lugar pequenino e extremamente aconchegante e com garçons muitooooo simpáticos. Ah, e de brinde as massas são excepcionais e com um preço super bacana. Moral da história, o melhor custo benefício de Venezia pra mim.

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Espero que tenham curtido e tenha sido útil, galera. No próximo post, falo um pouquinho de Verona e as principais atrações da cidade.

Bjs e abs,

P.

Toscana em 3 dias

junho 19, 2013

Toscana

 

Para ir de Firenze para a Toscana existem duas opções, pegar ônibus e ir parando de cidade em cidade ou alugar um carro. É óbvio que tem chances do carro sair mais caro, porém acho que vale MUITO mais a pena, pois você tem uma liberdade excelente para se locomover de uma cidadezinha para outra.

Independente da opção que você escolha, vale a pena você escolher uma cidade para servir de base para você ir e vir das cidadezinhas todos os dias e não necessariamente precisa ser uma cidade turística, mas sim bem localizada.

No nosso caso, escolhemos Rapolano Terme e apesar da cidade em si não ter nada, valeu muito a pena por conta do hotel que ficamos.

Hotel: o hotel chamava-se Laticastelli e era fantástico. Os quartos faziam o estilo chalé e todos possuíam uma bela banheira, o que era excelente para relaxar, depois de dias inteiros caminhando de um lado pro outro. Destaque fenomenal para o restaurante do hotel, que além de um ótimo café da manhã, tinha um menu excelente no jantar (dica: peça o javali);

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Passeios

 

O ideal é fazer uma média de duas cidades por dia, pois assim você consegue conhecer legal e bem e sem um nível de correria desnecessária. Vou passar o que achei de cada cidadezinha e seus respectivos restaurantes (aqui não dá pra separar os restaurantes das cidades, então vou colocar no meio dos passeios).

Arezzo: a cidade em si não é tão bonita e a única atração era um museu medieval bem sem graça. Sinceramente, não recomendo, porém tenho que ser sincero que o fato de que estava chovendo com certeza prejudicou a visita.

Montealcino: essa cidadezinha já é bem simpática e super famosa por seu vinho, o Brunello de Montealcino. Você vai ver para vender Brunello em tudo que é canto, mas a minha dica aqui é gastar um pouquinho mais e fazer uma reserva para comer no Castelo di Banfi. O local é lindo com uma arquitetura incrível e que tem um museu de vidro lá dentro. O restaurante também é excelente e você pode optar pelo menu degustação ou menu regular. O desgustação funcionava da seguinte forma: eram 5 pratos e um vinho para harmonizar com cada prato, dos quais você escolhe 3. Valeu a visita e a graninha a mais que gastamos!

Dentro da cidades, não deixe de entrar na Fortaleza de Spalti e subir para ver a vista da cidade. Vale a pena!

Adega do Castelo di Banfi

 

Pienza: cidade de onde vem o famoso queijo Pecorino. A cidade em si é micro, com ruas estreitinhas e várias lojinhas e de verdade, foi uma das minhas favoritas. Não deixe de comprar alguns queijos nas lojinhas da cidades (existem mil tipos de sabores de Pecorino animais!), nem que seja para comer à noite no hotel, caso você não queira levar pra casa.

Lojinha de Pecorinos em Pienza

Monterrigioni: essa cidade possui um diferencial comparada com as outras, pois ela é inteiramente murada, ou seja, acaba parecendo uma grande fortaleza. A cidade em si é bem micro e turística e também vale visitar. A única coisa que não achei que vale a pena por lá é pagar para subir a muralha e ver vista, especialmente, porque a de Montealcino é muito mais bonita.

Siena: essa sem dúvida foi a minha cidade favorita da Toscana. Ela é ligeiramente maiorzinha que as demais e com MUITAS ladeiras, portanto prepara-se para caminhar. Quando estiver por lá, almoce na Piazza del Campo, que é uma praça central linda e que fica cheia de movimento com gente indo de um lado para o outro. Também não deixe de visitar a Duomo da cidade, a qual pra mim foi com certeza a mais linda que vi na Toscana.

Castellini Chianti: a única possível razão para ir para essa cidade é porque além dela estar bem no coração da Toscana, ela possui um restaurante com uma estrela no Guia Michelin, chamado Albergaccio di Castellina. A comida obviamente era excelente, mas caso tenha que optar por somente um restaurante mais caro, fique com o do Castelo di Banfi.

Infelizmente, não consegui visitar todas as micro cidades da Toscana, então queria deixar uma menção honrosa para duas, as quais me parecem bem legais e interessantes, caso você tenha tempo: Montepulciano e San Geminiano (não deixe da visitar a Duomo da cidade, se for pra lá. Dizem que é linda!).