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SWU – O evento

outubro 29, 2010

Demorou é verdade! Mas chegou a hora de tentar relatar um pouco da experiência SWU, além obviamente dos shows assistidos nesta divertidíssima experiência.

Primeiro, vamos a alguns parâmetros:

– a idéia do post é fazer um top top dos melhores acontecimentos do SWU;

– não serão incluídas aqui análises do dia 9 (primeiro dia do evento), uma vez que este blogueiro não esteve presente no evento e não acha justo fazer uma análise baseada na análise dos outros;

– “putz putz” não é muito minha onda, então não esperem nenhuma crítica com relação a pista eletrônica (Heineken Greenspace);

– infelizmente, não consegui ver todos os shows do dia 9 e 10, portanto só devo mencionar, aqueles nos quais estive presente;

– muito mais do que uma análise crítica musical, aguardem uma onda de emoções permeando o texto abaixo.

Vamos aos fatos…

Preparação

Já estava preparado há muito tempo que eu participaria do evento no dia 10, por ser o dia onde estavam concentrada a maior parte das bandas que eu curtia, porém faltando alguns dias para começar o festival acabei decidindo ir no dia 11 tb, convencido por um amigo.

No dia 9, apesar de estar em casa, resolvi ligar para alguns amigos que estavam no festival para saber quais eram os aprendizados do primeiro dia, que eu poderia reaplicar no segundo e basicamente todos reduziram-se a somente um: traga jaquetas, pois está um frio do caralho!

O evento

 

Cheguei ao evento super cedo (por volta de 10am), uma vez que o principal motivo de estar fora os shows era o trabalho voluntário no stand da ONG “Um Teto Para Meu País”.

Aproveitei a chegada cedo para dar uma volta no espaço que demonstrou ser bem maior que esperado com grande estrutura de bares e alimentação, além de grandes tendas com diferentes temas voltados para a sustentabilidade, o que dava um “que” alternativo para o festival.

Logo de cara, um ponto que me chamou a atenção foi o fato dos dois palcos principais estarem posicionados um ao lado do outro, o que com o passar do evento demonstrou ser excelente, uma vez que minimizava o descolamento do público, além de possibilitar que todos pudessem assistir todos os shows até o final sem perder o início do show seguinte.

Dentre as tendas, tínhamos um grande espaço voltado para ONGs, onde além do Teto, estavam o Green Peace, Artemisa (Negócios Sociais), entre outras… somando aproximadamente 10 instituições.

Havia também um espaço para reciclagem de tudo o que estava sendo consumido dentro do próprio evento, além de estações da Oi, na qual vc podia carregar o seu celular por meio de uma tecnologia de energia solar desenvolvida pela Scania.

Por fim, ainda valem lembrar as obras feitas de material reciclável espalhadas por todo o evento, com destaques para a torre Heineken, feita de latas, garrafas e pequenos mini barris de cerveja; e a roda gigante movida à energia gerada por bicicletas.

Continua com as descrições dos shows do dia 10 e 11…

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